Pés no chão, pés no auto,
pés
em torno das mãos.
Onde posso ancorar meu
navio?
Onde ouço meu coração?
É o porto da solidão sem
fronteiras.
Onde pés, mão e coração
tem marcas no céu e no chão.
Se aprende escorregando e se
erguendo sacudindo a poeira.
Da fonte nasce um oceano
construído de goteiras.
