domingo, 26 de março de 2017

Ré-Pública

A arma do morto é a consciência inexorável do vivo.

Pessoas em um bolo de partidos levantando bandeiras paranoicas.

O olho que tudo vê ficou cego de seu próprio autocratismo.

Na verdade as mentiras pelas metades são ferramentas do fascismo.

Povo na rua perdido sem saber ao certo seus idólatras motivos.

Não são as cores ideológicas que irão orientar a felicidade de todos.

Tornando tudo dominado, industrializando um mundo sem sentido.