Vestindo fantasias
de crenças em tecidos costurados na cor escarlate da espiritualidade.
Cajados e incensos
se digladiando em meio a cerimonia ecumênica na margem do rio.
Altares erguidos em
areia e madeira talhada nos gritos e línguas estranhas na madrugada.
Gestos quadrados e
pensamentos infinitos nos turbantes e capuzes da transitoriedade.
Feições benignas ou
malignas sorrindo e chorando nos pés doentes do oficio sagrado.
De vez em quando um
milagre de poder viver o etéreo em livros robustos de esperanças.
Histórias de normas
de condutas a serem seguidas com relíquias forjadas para espantar a fé.