Viver é uma conjunção de renascimentos constantes.
Glórias,
marcas e monumentos são alimentos da vaidade.
O
que fica na essência é a vontade de ressurreição.
A
fronteira para a eternidade está além da permanência.
Quanto
mais se sobe mais se vê a paisagem e o platô.
As
nuvens pesadas são na verdade momentos que se vão.
O
brilhar de cada dia irradia o milagre do Amor.

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