Esmorece um pedaço de gente na beira da estrada.
Parece alguém chorando a perda de um ente.
Perdeu a razão e não pode viver a paixão mais louca da vida.
Afogou com bebida e lambeu a ferida sem saber de nada.
Gritando com a boca torta palavrões de surdinas palavras.
Titubeante andou em ondas e seus olhos cheios de lágrimas.
Abraçou o poste e deu boa noite a morte que ali passava.

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