segunda-feira, 14 de janeiro de 2013

Quem somos?




Quem somos para as estrelas? Será que o firmamento? Será que existe algum argumento entre a razão e seu brilho?

O pó! O pó de estrelas. Mente sã em corpo são da primeira geração até a volta
ao paraíso.

Soma, prana e aton na virtude condalinea porquanto pura, instantânea e complexa.

Onde mora a razão? Será que no micro ou o macro da gestalt? Seria nas
obras de arte? Ou será que mora lá em Marte?

O pensamento é o único instante. Existe entre o murmúrio e auto exclamação,
porém, não se deve prega-lo na parede.

Espaços de linhas retas em círculos de dimensões infinitas no cintilar da noite.

Talvez as estrelas nos olhem lá de cima nos contando e contemplando. Talvez sejamos cadentes ou então firmes e reluzentes e que nossos brilhos as alimentem de Amores e Esperanças.

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