Quem somos para as estrelas? Será que o firmamento? Será que existe algum argumento entre a razão e seu brilho?
O pó! O pó de estrelas. Mente sã em corpo são da primeira geração até a
volta
ao paraíso.
Soma, prana e aton na
virtude condalinea porquanto pura, instantânea e complexa.
Onde mora a razão? Será que no micro ou o macro da gestalt? Seria nas
obras de arte? Ou será que mora
lá em Marte?
O pensamento é o único instante. Existe entre o murmúrio e auto exclamação,
porém, não se deve prega-lo na parede.
Espaços de linhas retas em círculos de dimensões
infinitas no cintilar da noite.
Talvez as estrelas nos olhem
lá de cima nos contando e
contemplando. Talvez sejamos cadentes ou então firmes e
reluzentes e que nossos brilhos as alimentem de Amores e Esperanças.

Nenhum comentário:
Postar um comentário